Enviado por: Thaís R. Gambogi Torres
Paciente do sexo feminino de 35 anos diagnóstico de doença de Crohn em 2017, acometimento em íleo terminal padrão inflamatório. Iniciou tratamento com azatioprina 2017-2019, seguia com atividade de doença optado por início de terapia biológica com Adalimumabe 2019-2021 na ocasião apresentava remissão endoscópica mas devido à falha no abastecimento pelo Sus foi iniciado Infliximabe em 27/08/21 na quinta infusão apresentou reação infusional grave retornando a usar Adalimumabe o qual segue em uso até hoje. Chega em primeira consulta comigo queixando forte dor abdominal, fadiga e perda importante de peso hoje com 38kg , claramente desnutrida. Mantendo 2 evacuações ao dia com fezes formadas, sem elementos anormais. Em exames realizado calprotectina fecal superior a 800 HB 11,3 VCM 76 ferritina 29 VHS 18/60 Alb 3,7 PCR 6. Entero TC 23/01/25 > espessamento parietal em íleo distal com realce mucoso proeminente acometendo dois segmentos intercalados com áreas de preservação parietal, o primeiro segmento com extensão de 7,5 cm com espessura parietal de 0,7 cm e o segundo estendendo até a válvula ileocecal com extensão de 12,5 cm e espessura parietal de 0,9 cm. Ausência de
abcesso ou fístulas.
Dúvidas:
Otimizo dose da Adalimumabe?
Indico troca de biológico, como um IL6?
É uma paciente para avaliação cirúrgica ?
Nesse período até a liberação início corticoide?
O que fazer do ponto de vista nutricional?
Como vocês conduziriam essa paciente
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